politica Archives - Jornal AM Digital https://jornalamdigital.com/tag/politica/ Seu Jornal Digital! Mon, 13 Oct 2025 16:14:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/jornalamdigital.com/wp-content/uploads/2025/01/cropped-Icone-Jornal-AM-DIGITAL.png?fit=32%2C32&ssl=1 politica Archives - Jornal AM Digital https://jornalamdigital.com/tag/politica/ 32 32 240476381 Justiça afasta vereador e chefe de gabinete por 120 dias após operação contra ‘rachadinha’ na Câmara Municipal de Manaus https://jornalamdigital.com/justica-afasta-vereador-e-chefe-de-gabinete-por-120-dias-apos-operacao-contra-rachadinha-na-camara-municipal-de-manaus/ Mon, 13 Oct 2025 16:14:31 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3795 Decisão do TJAM ocorre após prisão do vereador Rosinaldo Bual e da assessora Luzia Seixas em ação do GAECO que apura desvio de recursos públicos Manaus (AM) — O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) determinou o afastamento cautelar, por 120 dias, do vereador Rosinaldo Bual (Agir) e de sua chefe de gabinete, Luzia Seixas […]

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Decisão do TJAM ocorre após prisão do vereador Rosinaldo Bual e da assessora Luzia Seixas em ação do GAECO que apura desvio de recursos públicos

Manaus (AM) — O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) determinou o afastamento cautelar, por 120 dias, do vereador Rosinaldo Bual (Agir) e de sua chefe de gabinete, Luzia Seixas Barbosa, das funções na Câmara Municipal de Manaus (CMM). A medida, que não implica perda de remuneração, foi tomada após a prisão dos dois durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Amazonas (MPAM), na última sexta-feira (3).

Os dois são investigados por peculato, concussão, organização criminosa e lavagem de dinheiro, em um suposto esquema de “rachadinha” — prática que envolve o repasse de parte dos salários de assessores a parlamentares.

Servidores também foram afastados

Além do vereador e de sua chefe de gabinete, outros quatro servidores — Alex Souza da Silva, Bianca Araújo Dutra, David da Silva Gomes e Rômulo Kayky dos Santos Silva — também foram afastados, com suspensão de salário, por suspeita de manterem vínculos irregulares com o gabinete de Bual.

Segundo o TJAM, as medidas têm caráter provisório e preventivo, visando assegurar o andamento das investigações, evitar a intimidação de testemunhas e impedir a continuidade das práticas ilícitas.

Denúncia deu início às investigações

O caso veio à tona após denúncia de uma ex-servidora comissionada, que relatou a exigência de devolução de 40% a 50% dos salários dos assessores do gabinete. A apuração também aponta que o vereador mantinha pessoas nomeadas sem vínculo efetivo com a Câmara.

A decisão judicial determinou ainda o cumprimento de mais de dez mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar e a seus assessores, além do bloqueio de bens e valores estimados em R$ 6,1 milhões.

Operação apreendeu cheques e dinheiro vivo

Durante a ação, o GAECO apreendeu dois cheques que somam quase R$ 600 mil, encontrados em cofres, além de grande quantia em dinheiro vivo, ainda não contabilizada. No total, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e dois de prisão.

De acordo com o coordenador do GAECO, promotor Leonardo Tupinambá, o esquema movimentava valores expressivos.

“Identificamos que o vereador tinha alta rotatividade de servidores. Aproximadamente 50 pessoas passaram pelo gabinete, e até metade do salário de alguns deveria ser devolvida a ele. O dinheiro era inicialmente recolhido por alguns assessores e, depois, revertido em benefício do parlamentar”, explicou Tupinambá.

As investigações seguem sob sigilo judicial, e as medidas poderão ser reavaliadas conforme o avanço do processo.

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Bolsonaro pede autorização do STF para fazer procedimento médico https://jornalamdigital.com/bolsonaro-pede-autorizacao-do-stf-para-fazer-procedimento-medico/ Mon, 08 Sep 2025 18:34:23 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3629 Prescrição é de realização de procedimento na pele Brasília- O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para realização de um procedimento médico no próximo domingo (14), no Hospital DF Star, em Brasília. No pedido encaminhado ao Supremo na manhã de hoje, Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, anexou […]

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Prescrição é de realização de procedimento na pele

Brasília- O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para realização de um procedimento médico no próximo domingo (14), no Hospital DF Star, em Brasília.

No pedido encaminhado ao Supremo na manhã de hoje, Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, anexou relatório médico que prescreve um procedimento na pele, com alta no mesmo dia.

No dia 4 de agosto, Moraes decretou a prisão domiciliar do ex-presidente e restringiu a realização de visitas na casa de Bolsonaro, que também é monitorado por tornozeleira eletrônica.

A prisão foi decretada após o ministro entender que Bolsonaro usou redes sociais dos filhos para burlar a proibição de usar as redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros.

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo.

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“Derrotado e marcado pelo passado: Omar Aziz perde presidência da CPI do INSS e vê sombra da ‘Maus Caminhos’ pesar mais que seus aliados” https://jornalamdigital.com/derrotado-e-marcado-pelo-passado-omar-aziz-perde-presidencia-da-cpi-do-inss-e-ve-sombra-da-maus-caminhos-pesar-mais-que-seus-aliados/ Wed, 20 Aug 2025 18:18:37 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3538 Manaus (AM), O senador Omar Aziz (PSD-AM), foi anunciado como favorito para presidir a CPMI do INSS, viu seu castelo de cartas desmoronar na última hora. Em uma derrota humilhante que escancarou a fragilidade da base governista, Aziz foi atropelado pela articulação da oposição, que garantiu a presidência para Carlos Viana (Podemos-MG), eleito por 17 […]

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Manaus (AM), O senador Omar Aziz (PSD-AM), foi anunciado como favorito para presidir a CPMI do INSS, viu seu castelo de cartas desmoronar na última hora. Em uma derrota humilhante que escancarou a fragilidade da base governista, Aziz foi atropelado pela articulação da oposição, que garantiu a presidência para Carlos Viana (Podemos-MG), eleito por 17 votos a 13. Aziz, mais uma vez, ficou sem espaço de protagonismo em Brasília.

A queda não é apenas eleitoral, mas simbólica: Omar Aziz carrega nas costas um passado que insiste em bater à porta. Ex-governador do Amazonas, foi figura central nas investigações da Operação Maus Caminhos, um dos maiores escândalos de corrupção na saúde do estado, que drenou bilhões de reais e deixou um rastro de descaso e mortes. Embora nunca condenado, Aziz jamais conseguiu se desvencilhar da sombra de denúncias que transformaram sua trajetória política em sinônimo de escândalo e desconfiança.

Nem mesmo o apadrinhamento de Davi Alcolumbre (União-AP) e o apoio explícito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram suficientes para sustentá-lo. Horas antes da derrota, Aziz chegou a dar entrevista à CNN Brasil, exibindo segurança e prometendo uma CPI “sem blindagens”. O discurso soou como delírio de um político que ainda acredita ter credibilidade para comandar investigações quando ele próprio é lembrado por acusações de ter virado as costas para a saúde pública no Amazonas.

A presidência da CPMI, criada para investigar fraudes que podem ter desviado mais de R$ 6,4 bilhões de aposentados e pensionistas, caiu no colo de Carlos Viana, que prometeu independência e rigor. Uma promessa que, vinda de Aziz, soaria no mínimo contraditória e desacreditada.

A derrota expõe a decadência de um senador que já presidiu a CPI da Covid e tentou usar o palco das comissões como trampolim político. Mas desta vez, Aziz foi rejeitado até pelos corredores onde circulava como favorito. Para muitos, a mensagem foi clara: o passado de corrupção, a imagem manchada e a desconfiança generalizada pesam mais do que alianças de ocasião. Omar Aziz, que sempre vendeu influência, agora colhe o descrédito de uma biografia política marcada por escândalos.

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Omar Aziz ignora pressão popular e segue como defensor de Moraes no Senado https://jornalamdigital.com/omar-aziz-ignora-pressao-popular-e-segue-como-defensor-de-moraes-no-senado/ Wed, 06 Aug 2025 20:35:00 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3438 Apesar da crescente insatisfação popular e do avanço das sanções internacionais, senador amazonense mantém firme apoio ao ministro do STF, indo na contramão da maioria dos brasileiros e dos colegas do Congresso. Em um momento de forte desgaste institucional do Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Omar Aziz (PSD-AM) se destaca não por questionar os […]

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Apesar da crescente insatisfação popular e do avanço das sanções internacionais, senador amazonense mantém firme apoio ao ministro do STF, indo na contramão da maioria dos brasileiros e dos colegas do Congresso.

Em um momento de forte desgaste institucional do Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Omar Aziz (PSD-AM) se destaca não por questionar os abusos ou pedir apuração dos atos do ministro Alexandre de Moraes, mas por reforçar sua blindagem no Senado. Em contraste com uma parcela crescente da população e de seus próprios colegas, o parlamentar do Amazonas adota uma postura de total alinhamento com o governo Lula e com o atual STF.

Enquanto senadores como Plínio Valério (PSDB-AM) já se posicionaram de forma clara a favor do impeachment de Moraes, Omar Aziz é o único da bancada amazonense que declarou abertamente ser contra o afastamento do magistrado. A posição causa estranheza, principalmente diante dos últimos acontecimentos envolvendo Moraes, como as sanções impostas pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky.

O cenário de pressão se intensifica. Levantamento do portal Poder360 aponta que 33 senadores já manifestaram apoio ao impeachment, 19 são contra e os demais não definiram posição. Aziz, portanto, se encontra entre uma minoria que resiste à ideia de responsabilizar o ministro por supostos excessos, como censura à imprensa, prisões arbitrárias e perseguições políticas.

Mesmo com a crescente mobilização de eleitores, especialmente nas redes sociais, exigindo transparência, limites constitucionais e respeito à democracia, Aziz opta por manter o discurso de defesa do “Estado de Direito” ainda que esse discurso tenha sido usado para justificar medidas duramente criticadas por juristas, advogados e parlamentares independentes.

Nas ruas e nas redes, a cobrança cresce. Há quem questione se o senador ainda representa os anseios do povo amazonense ou se passou a atuar apenas como um escudo político do governo federal. Para muitos, sua permanência ao lado de figuras polêmicas como Alexandre de Moraes pode trazer consequências eleitorais em futuras disputas.

Cabe agora à sociedade e aos eleitores decidirem se essa fidelidade incondicional será premiada ou cobrada nas urnas.

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Oposição pernoita nos plenários do Congresso para impedir trabalhos https://jornalamdigital.com/oposicao-pernoita-nos-plenarios-do-congresso-para-impedir-trabalhos/ Wed, 06 Aug 2025 15:36:08 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3429 Ocupação das mesas diretoras é em protesto pela prisão de Bolsonaro Deputados e senadores de oposição pernoitaram nos plenários da Câmara e do Senado, na madrugada desta quarta-feira (6), para manter a ocupação das mesas diretoras das Casas, inviabilizando a retomada dos trabalhos legislativos. Às 6 horas da manhã de hoje, os parlamentares se revezaram, saindo […]

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Ocupação das mesas diretoras é em protesto pela prisão de Bolsonaro

Deputados e senadores de oposição pernoitaram nos plenários da Câmara e do Senado, na madrugada desta quarta-feira (6), para manter a ocupação das mesas diretoras das Casas, inviabilizando a retomada dos trabalhos legislativosÀs 6 horas da manhã de hoje, os parlamentares se revezaram, saindo os que passaram a noite no Congresso Nacional.

Os parlamentares, na maioria do Partido Liberal (PL), protestam contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada nessa segunda-feira (4). Para partidos da base governista, a ação é ilegal e representaria outro 8 de janeiro em novo ataque às instituições da República.

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcaram reuniões de líderes para esta quarta-feira (6) para decidir o que fazer em relação à ocupação das mesas.

Anistia geral

A oposição exige que seja pautada a anistia geral e irrestrita aos condenados por tentativa de golpe de Estado no julgamento da trama golpista, e que também seja pautado o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Moraes é o relator da ação contra Bolsonaro, acusado de liderar uma tentativa de anular as eleições presidenciais de 2022 com pressão sobre os comandantes militares. A denúncia aponta ainda planos para assassinar e prender autoridades públicas. Jair Bolsonaro e os demais investigados negam as acusações.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi um dos parlamentares que passou a noite no plenário do Senado para pressionar contra a prisão do pai e contra o julgamento da tentativa de golpe de Estado.

“Estamos aqui às 4h44 da manhã. Meu plantão no Senado é até às 6 horas da manhã. Nós estamos nos revezando. Estamos aqui fazendo esse gesto de ocupar a mesa diretora para, finalmente, colocar em pauta o que é melhor para o Brasil”, afirmou em uma rede social.

Ainda segundo Flávio, a pauta defendida pela oposição poderia derrubar as tarifas dos Estados Unidos de 50% contra cerca de 36% das exportações brasileiras para os EUA. Entre as justificativas de Trump para impor o tarifaço figura o processo contra Bolsonaro.

Isenção do Imposto de Renda

O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), considera inadmissível a ocupação da mesa e considera a ação semelhante ao 8 de janeiro. A ocupação impede a votação de projeto envolvendo a isenção do Imposto de Renda (IR).

“Isso é um golpe continuado. É chantagem para livrar Bolsonaro. Dez milhões de pessoas perdem por causa deles! Queremos votar pautas importantes para a população e isenção de Imposto de Renda é uma delas. E eles estão colocando a faca no pescoço da população”, afirmou em uma rede social.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, ontem (5) projeto que isenta do IR quem recebe até dois salários mínimos. O texto substitui a Medida Provisória (MP) 1.294 de 2025, editada pelo governo Lula. O texto aguarda votação no plenário do Senado. Outra matéria de prioridade da Câmara e do governo que aguarda votação no plenário é o projeto de lei que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil reais.

Presidentes

O presidente da Câmara, Hugo Motta, sem criticar a ação da oposição, cancelou a sessão de ontem e convocou reunião para esta quarta-feira (6) para definir a pauta de votações. “O Parlamento deve ser a ponte para o entendimento”, disse em uma rede social.

Alcolumbre afirmou que a ocupação é algo “inusitado e alheio aos princípios democráticos”. O presidente do Senado fez um chamado à “serenidade e ao espírito de cooperação”.

“Realizarei uma reunião de líderes para que o bom senso prevaleça e retornaremos a atividade legislativa regular, inclusive para que todas as correntes políticas possam se expressar legitimamente”, conclui em nota.

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Entenda a situação de Carla Zambelli após prisão na Itália https://jornalamdigital.com/entenda-a-situacao-de-carla-zambelli-apos-prisao-na-italia/ Wed, 30 Jul 2025 13:46:24 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3347 Decisão sobre extradição pedida pelo Brasil será da Justiça italiana A prisão da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) não encerra automaticamente o caso da parlamentar no Brasil. Foragida há dois meses, ela foi presa em Roma, na Itália, nesta terça-feira (29), onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes, do […]

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Decisão sobre extradição pedida pelo Brasil será da Justiça italiana

A prisão da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) não encerra automaticamente o caso da parlamentar no Brasil. Foragida há dois meses, ela foi presa em Roma, na Itália, nesta terça-feira (29), onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Zambelli tem dupla cidadania e deixou o Brasil em busca de asilo político duas semanas após ser condenada pelo STF a 10 anos  de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023. A deputada também terá que pegar R$ 2 milhões em danos coletivos.

Conforme as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão ao sistema para emitir um mandato falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

Segundo as investigações, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.

Extradição

Após a fuga para a Itália, o governo brasileiro solicitou a extradição da deputada para o Brasil.

Contudo, a decisão final sobre a extradição será da Justiça da Itália e o do governo local. As próximas horas são decisivas para que as autoridades italianas definam se Zambelli permanecerá detida ou poderá aguardar o processo de extradição em liberdade.

Em geral, o processo de extradição é demorado porque passa por diversos trâmites nos quais são avaliados aspectos previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais firmados entre as duas nações.

Portanto, não há prazo para definição sobre a extradição.

O pedido de extradição de Carla Zambelli foi oficializado no dia 11 de junho pelo ministro Alexandre de Moraes. Em seguida, o pedido foi enviado pelo Itamaraty ao governo italiano.

O documento contém a cópia da deliberação que condenou a parlamentar e os artigos do Código Penal que fundamentaram a decisão. 

“A Sra. Carla Zambelli Salgado de Oliveira, de maneira livre, consciente e voluntária, comandou a invasão a sistemas institucionais utilizados pelo Poder Judiciário, mediante planejamento, arregimentação e comando de pessoa com aptidão técnica e meios necessários ao cumprimento de tal mister, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”, diz o texto.

Moraes também indicou as garantias que o Brasil vai dar para Carla Zambelli se a Itália autorizar a extradição.

O ministro se comprometeu a não submeter Zambelli a prisão ou processo por fato anterior ao pedido de extradição;  não impor pena perpétua; não agravar a pena por motivos políticos e não submeter a parlamentar a tortura ou a tratamentos desumanos ou degradantes.

Mandato

Em junho, a câmara dos Deputados autorizou  a deputada a tirar 127 dias de licença não remunerada.

Se a parlamentar não retomar o mandato após o fim de licença, poderá ser cassada  por faltar às sessões. Zambelli também é alvo de processo de cassação  na Casa.

Além disso, a Câmara ainda não deliberou sobre a decretação da perda do mandato em função da condenação pelo Supremo. 

Defesa

Pelas redes sociais, o advogado Fábio Pagnozzi disse que Carla Zambelli se entregou às autoridades italianas para colaborar com as investigações.

Segundo o defensor, a deputada tomou a iniciativa de se entregar à polícia: “Carla busca a não extradição e ser julgada com imparcialidade.”

Por outro lado, a Polícia Federal informou que a prisão da deputada resultou de um trabalho de cooperação entre a corporação, a polícia italiana e a Interpol.

As declarações do deputado italiano Angelo Bonelli também rebatem a versão da defesa. Em sua conta no X, o parlamentar disse que denunciou à polícia italiana um endereço em Roma no qual Zambelli estava hospedada. 

Pizzolato

Em 2015, outro episódio envolvendo condenações no STF e fuga para a Itália foi registrado. Naquele ano, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão, foi extraditado para o Brasil.

Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelo Supremo, mas antes da divulgação da pena, ele fugiu para a Itália com identidade falsa, mas acabou sendo preso em fevereiro de 2014.

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Jornalismo de Conveniência: Quando a Carne Dourada Vale Menos que uma Viagem ao Caribe https://jornalamdigital.com/jornalismo-de-conveniencia-quando-a-carne-dourada-vale-menos-que-uma-viagem-ao-caribe/ Mon, 28 Jul 2025 18:22:09 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3328 A denúncia que escancarou a hipocrisia A recente revolta do jornalista Marcelo Generoso revisitou uma ferida exposta no jornalismo do Amazonas: a crise de parcialidade e a atuação seletiva de parte da imprensa local. Em sua crítica contundente, Generoso questiona o silêncio conveniente de nomes conhecidos da mídia diante de episódios escandalosos protagonizados por políticos […]

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A denúncia que escancarou a hipocrisia

A recente revolta do jornalista Marcelo Generoso revisitou uma ferida exposta no jornalismo do Amazonas: a crise de parcialidade e a atuação seletiva de parte da imprensa local. Em sua crítica contundente, Generoso questiona o silêncio conveniente de nomes conhecidos da mídia diante de episódios escandalosos protagonizados por políticos aliados, enquanto demonstram indignação pública quando os alvos são desafetos.


Indignação sob demanda: quando convém, gritam; quando não, se calam

O caso é escancarado. A viagem do prefeito David Almeida ao Caribe com a esposa foi recebida com uma enxurrada de críticas, artigos e comentários indignados nas redes. Figuras como Anne Margarete, Lomitas, Nath Nascimento, Cynthia Blink e Rafaela Torres engrossaram o coro moralista, cobrando decoro e empatia.

Entretanto, quando os deputados Roberto Cidade e Alessandra Campelo foram flagrados jantando em restaurantes de luxo na Europa, consumindo carne folheada a ouro, símbolo do exagero e da ostentação, a mesma imprensa escolheu o silêncio. Nenhum vídeo revoltado. Nenhum texto indignado. Apenas omissão.


Silêncio estratégico: a nova arma da conivência

O que se vê é um padrão que fere os princípios fundamentais do jornalismo. A crítica só aparece quando é politicamente segura. Quando envolve aliados ou interesses pessoais, o microfone é desligado, o teclado silencia e a pauta é ignorada. Isso não é isenção é conivência.

Em um estado onde milhares de famílias enfrentam pobreza extrema, falta de acesso à saúde, educação precária e insegurança constante, a imprensa deveria cumprir o papel de vigilância ética. Ao contrário disso, parte dela se mostra confortável em ser seletiva atacando uns, protegendo outros.


Ou jornalismo, ou assessoria disfarçada

Essa postura põe em xeque a credibilidade de quem se diz comprometido com a verdade. O povo não pode aceitar que o noticiário seja guiado por amizades, alianças e conveniências. Se a ostentação de David Almeida foi condenada, por que a de Roberto Cidade e Alessandra Campelo é poupada?

A resposta é clara: o jornalismo que se cala diante do absurdo escolhe um lado. E esse lado, infelizmente, não é o do povo.


A imprensa precisa escolher: servir ao público ou proteger os poderosos

Não há espaço para um jornalismo morno em tempos de colapso social. O Amazonas exige uma imprensa corajosa, honesta e imparcial. Aquela que denuncia todos sem exceção quando há abusos com dinheiro público e desrespeito à população.

Quem escolhe o silêncio diante do erro se torna cúmplice dele. E quem se vende à conveniência perde o direito de se dizer jornalista. O povo enxerga. A história registra. E a ética cobra sempre.

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Após ordem de Moraes, deputado aliado de Bolsonaro deixa acampamento https://jornalamdigital.com/apos-ordem-de-moraes-deputado-aliado-de-bolsonaro-deixa-acampamento/ Mon, 28 Jul 2025 15:18:57 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3322 O deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) retirou, na madrugada no último sabado (26), a barraca montada em frente a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisão do ministro Alexandre de Moraes. Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Lopes montou acampamento no final da tarde de ontem e anunciou que ficaria acampado em greve de silêncio em […]

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O deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) retirou, na madrugada no último sabado (26), a barraca montada em frente a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisão do ministro Alexandre de Moraes.

Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Lopes montou acampamento no final da tarde de ontem e anunciou que ficaria acampado em greve de silêncio em protesto contra as medidas do tribunal adotadas contra o ex-presidente e seus aliados.

A decisão de Moraes foi tomada após a Procuradoria-Geral da República apresentar uma representação pela decretação de medidas cautelares de remoção imediata e proibição de acesso e permanência de deputados federais acampados na praça dos Três Poderes, assim como de quaisquer outros indivíduos na frente do STF. 

Além de Lopes, a medida também foi aplicada aos deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Rodrigo da Zaeli (PL-MT).

O ministro vedou qualquer ocupação ou obstrução da Praça dos Três Poderes, e também determinou às autoridades locais do Distrito Federal a adoção das medidas preventivas e repressivas cabíveis, com a identificação e documentação de quaisquer práticas ilícitas, sob pena de responsabilização pessoal dos agentes públicos “com competência legal para agir em face dessas condutas”.

Moraes determinou ainda a prisão em flagrante com base na prática de resistência ou desobediência ao ato de autoridade pública para quem descumprir a decisão.

O ministro argumentou que o direito à reunião e de manifestação não podem ser exercidos, de “maneira abusiva e atentatória à proteção dos direitos e liberdades dos demais, às exigências da saúde ou moralidade, à ordem pública, à segurança nacional, à segurança pública, defesa da ordem e prevenção do crime, e ao bem-estar da sociedade”.

Moraes sustentou ainda que o “acampamento” foi montado com o propósito de repetir os “ilegais e golpistas” acampamentos realizados na frente dos quartéis do Exército, ao longo do ano de 2022 e no início de 2023. Ainda conforme o ministro, a atitude visava inviabilizar o funcionamento do STF e para subverter a ordem democrática.

“Não há outra interpretação a ser extraída da tentativa de repetição da ilegal ocupação de vias públicas a acampamentos golpistas realizados na frente do Exército brasileiro e das condutas golpistas lamentáveis praticadas na Praça dos Três Poderes no domingo, 8/1/2023”, escreveu.

A decisão diz que a medida visa apenas garantir o cumprimento dos limites legais ao exercício do direito de manifestação, “assegurando que a liberdade de expressão não seja utilizada como instrumento de interferência, violência ou prejuízo à ordem pública em consonância com o Estado de Direito e os princípios que orientam a jurisdição.”

Quartéis

Em uma decisão complementar, o ministro também proibiu a realização de qualquer acampamento em um raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios e, “obviamente, em frente aos quartéis das Forças Armadas.”

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Globo muda de lado e se aproxima de Bolsonaro: jogada de sobrevivência ou medo de revelações internacionais? https://jornalamdigital.com/globo-muda-de-lado-e-se-aproxima-de-bolsonaro-jogada-de-sobrevivencia-ou-medo-de-revelacoes-internacionais/ Fri, 25 Jul 2025 14:39:19 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3305 Durante anos, a TV Globo foi a principal voz da oposição contra Jair Bolsonaro na grande mídia. Denúncias, críticas diárias e campanhas veladas contra o ex-presidente dominaram os telejornais e programas da emissora. Mas, nos últimos meses, um novo comportamento tem chamado a atenção: a Globo mudou de lado. Da perseguição à aproximação: o silêncio […]

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Durante anos, a TV Globo foi a principal voz da oposição contra Jair Bolsonaro na grande mídia. Denúncias, críticas diárias e campanhas veladas contra o ex-presidente dominaram os telejornais e programas da emissora. Mas, nos últimos meses, um novo comportamento tem chamado a atenção: a Globo mudou de lado.

Da perseguição à aproximação: o silêncio que diz tudo

A emissora que antes acusava, criticava e atacava Bolsonaro em rede nacional agora adota uma postura mais branda para muitos, conivente. Temas polêmicos relacionados ao ex-presidente, que antes seriam manchetes com viés negativo, agora ganham um tom neutro ou são até mesmo ignorados.

Não é raro ver comentaristas da casa elogiando ações do governo passado ou abordando pautas conservadoras com um viés menos crítico. Entrevistas com parlamentares aliados de Bolsonaro passaram a ser tratadas com mais respeito, e até reportagens que antes seriam “explosivas” são publicadas com edições cautelosas.

Interesses além do jornalismo: o dinheiro que a Globo não quer que o mundo veja

Por trás dessa guinada editorial, há algo que poucos tocam no assunto: os interesses financeiros da Globo no exterior. Segundo informações de bastidores e fontes próximas ao meio político, empresas ligadas ao grupo estariam envolvidas em movimentações financeiras fora do Brasil, com recursos supostamente alocados em paraísos fiscais ou contas de holdings internacionais.

Essas estruturas, embora muitas vezes legais, podem esconder evasão fiscal, lavagem de dinheiro ou estratégias para fugir da tributação brasileira. E é aí que o nome Donald Trump entra em cena.

Trump pode ser o calcanhar de Aquiles da Globo

Aliado internacional de Jair Bolsonaro e cada vez mais presente nas articulações políticas da direita global, Trump já deu sinais claros de que não tolera conglomerados de mídia que atuam com hipocrisia ou que escondem interesses obscuros sob o manto do “jornalismo imparcial”.

Caso o ex-presidente norte-americano tome conhecimento do suposto esquema de dinheiro internacional ligado à Globo, a emissora poderá enfrentar uma tempestade internacional. A pressão sobre autoridades dos EUA para investigar possíveis irregularidades poderia se tornar realidade e esse parece ser o medo real por trás da mudança de postura da Globo.

A Globo está com medo. E Bolsonaro sabe disso.

O silêncio da emissora diante de certas pautas bolsonaristas não são coincidências. É uma estratégia. A Globo sabe que atacou demais, expôs demais e que Bolsonaro tem munição suficiente para revidar. Com acesso direto a informações privilegiadas e conexões internacionais, o ex-presidente tornou-se um risco real para os bastidores financeiros da empresa.

Não à toa, a velha rivalidade se transformou em cautela, e os ataques foram substituídos por uma aparente “trégua”.

Ex-presidente caminha para a prisão enquanto agride o Judiciário e se vitimiza em público

O cerco se fecha de forma cada vez mais implacável contra Jair Bolsonaro. Indiciado pela Polícia Federal por associação criminosa e falsificação de cartão de vacinação, o ex-presidente vive hoje a antítese do mito que criou: não é mais o “salvador da pátria”, mas sim um investigado à beira da cadeia. A Justiça brasileira avança, e as medidas restritivas começam a desenhar um cenário de derrota jurídica, moral e política para o líder da extrema-direita.

Prisão iminente: tornozeleira no horizonte

Após a conclusão do inquérito da PF que apontou participação ativa de Bolsonaro em um esquema fraudulento para burlar exigências sanitárias durante a pandemia, a expectativa é de que o próximo passo seja a aplicação de medidas cautelares mais duras. Já se fala, nos bastidores do Supremo, na possibilidade real de uma tornozeleira eletrônica e até mesmo prisão preventiva, caso o ex-presidente insista em descumprir ordens judiciais.

Não se trata apenas de um “vacilo” com documentos: estamos falando de fraude, má-fé, e desrespeito ao Estado Democrático de Direito. Bolsonaro agiu deliberadamente para enganar instituições nacionais e estrangeiras, colocando em risco a saúde pública e a credibilidade do país no cenário internacional. Se fosse um cidadão comum, já estaria atrás das grades.

Guerra aberta com Alexandre de Moraes: birra de um golpista acuado

O principal inimigo de Bolsonaro hoje não é a esquerda, a imprensa ou os “comunistas imaginários”: é a Justiça e, nela, o ministro Alexandre de Moraes se tornou o maior obstáculo à sua narrativa messiânica. Bolsonaro tem atacado Moraes sistematicamente, em falas públicas e privadas, como se estivesse acima da lei. Não está.

A birra constante do ex-presidente com o STF reflete o desespero de quem sabe que o tempo da impunidade está acabando. Moraes, por sua vez, mantém a serenidade institucional, mas não hesita em agir com firmeza contra ameaças golpistas, ataques às eleições e crimes comuns. A relação entre os dois virou um símbolo do confronto entre civilização e autoritarismo.

A farsa desmascarada: de “mito” a ficha suja

Bolsonaro, que um dia posou de paladino contra a corrupção, hoje coleciona investigações criminais e vê seu nome afundar em escândalos: das joias sauditas à fraude em cartões de vacinação, passando por planos golpistas e alianças espúrias com milicianos e empresários extremistas.

Sua imagem internacional também derrete. Líderes mundiais já tratam Bolsonaro como um pária político, e até aliados da velha guarda o abandonam em silêncio. A máscara caiu e o mito virou um personagem caricato, mais próximo de um réu do que de um estadista.

Conclusão: a justiça tarda, mas está chegando

A prisão de Jair Bolsonaro não é mais uma hipótese distante é uma possibilidade concreta. A democracia brasileira resiste, e as instituições mostram que não há mais espaço para aventuras autoritárias. Com a globo mudando de lado, temos que entender que ninguém tem amigo na política, todos estão ao lado do dinheiro. Sem delongas, o importante é lucrar.

No fim das contas, a lição é clara: ninguém está do seu lado por lealdade, e sim por conveniência. A política brasileira é um jogo de máscaras, onde cada um escolhe a fantasia mais lucrativa para o momento.

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