Bolsonaro Archives - Jornal AM Digital https://jornalamdigital.com/tag/bolsonaro/ Seu Jornal Digital! Tue, 09 Sep 2025 19:27:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/jornalamdigital.com/wp-content/uploads/2025/01/cropped-Icone-Jornal-AM-DIGITAL.png?fit=32%2C32&ssl=1 Bolsonaro Archives - Jornal AM Digital https://jornalamdigital.com/tag/bolsonaro/ 32 32 240476381 Polícia prende suspeito de incendiar banheiros químicos na Esplanada https://jornalamdigital.com/policia-prende-suspeito-de-incendiar-banheiros-quimicos-na-esplanada/ Tue, 09 Sep 2025 19:27:05 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3637 Agentes apuram se há relação com julgamento de Bolsonaro no STF Dez banheiros químicos foram incendiados no gramado da Esplanada dos Ministérios no final da manhã desta terça-feira (9). O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal controlou rapidamente as chamas, mas uma fumaça alta e escura ficou visível de vários pontos do centro da capital. Um […]

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Agentes apuram se há relação com julgamento de Bolsonaro no STF

Dez banheiros químicos foram incendiados no gramado da Esplanada dos Ministérios no final da manhã desta terça-feira (9). O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal controlou rapidamente as chamas, mas uma fumaça alta e escura ficou visível de vários pontos do centro da capital.

Um suspeito já foi preso por policiais militares e encaminhado para a 5ª Delegacia de Polícia Civil do DF. 

De acordo com Polícia Militar, a perícia da Polícia Civil foi chamada e a investigação sobre outros autores e motivação está em curso. 

O incêndio colocou a segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) em alerta. A Primeira Turma do STF retomou hoje o julgamento que pode condenar Bolsonaro e mais sete aliados por uma trama golpista que teria atuado para reverter o resultado das eleições de 2022. 

Votos

O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além da manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à condenação de todos os réus. A partir de hoje, será iniciada a votação que resultará na condenação ou absolvição dos réus. Também foram reservadas as sessões dos dias 10, 11 e 12 de setembro para finalização do julgamento.

Até a próxima sexta-feira (12), votam, nesse ordem: o relator, ministro Alexandre de Moraes (relator), e os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, presidente do colegiado e preside a sessão. 

No voto proferido hoje, Moraes afirmou que a tentativa de golpe de Estado destinada a manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder já está provada e que o Supremo Tribunal Federal (STF) julga se os réus estão ou não envolvidos nessa trama.

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Defesa de Bolsonaro tem até hoje para entregar alegações finais ao STF https://jornalamdigital.com/defesa-de-bolsonaro-tem-ate-hoje-para-entregar-alegacoes-finais-ao-stf/ Wed, 13 Aug 2025 13:43:21 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3484 Advogados tiveram 15 dias para preparar suas versões finais As defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais seis aliados têm até o fim desta quarta-feira (13) para entregar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais na ação penal da trama golpista.  Os advogados tiveram 15 dias para preparar suas versões finais para os fatos investigados. O […]

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Advogados tiveram 15 dias para preparar suas versões finais

As defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais seis aliados têm até o fim desta quarta-feira (13) para entregar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais na ação penal da trama golpista. 

Os advogados tiveram 15 dias para preparar suas versões finais para os fatos investigados. O prazo foi contado a partir da entrega das alegações finais pelo tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator da trama golpista. É um direito dos réus não delatores se manifestarem sempre por último. 

As alegações representam a última manifestação dos réus antes do julgamento final do caso. Salvo casos excepcionais, após a apresentação da peça o relator costuma declarar encerrada a instrução processual, abrindo caminho para o julgamento final. 

Não há prazo estabelecido para o julgamento. No Supremo, a expectativa é que essa primeira ação penal sobre a tentativa de golpe seja julgada até o fim de setembro. São alvos deste processo além de Bolsonaro militares e civis do alto escalão de seu governo, o chamado núcleo 1 ou principal, composto pelos cabeças do complô

Até o julgamento final, entretanto, as defesas podem apresentar requerimentos, contestações ou pedir a reabertura da instrução processual, caso sujam novos fatos, por exemplo. 

julgamento do caso será colegiado, feito pela Primeira Turma do Supremo, que é formada por cinco ministros – além do próprio Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino. 

A data do julgamento deve ser marcada por Zanin, presidente da Segunda Turma, mas para isso ele precisa aguardar que o relator, Moraes, declare o processo encerrado e o libere para ser pautado. 

Crimes 

Os réus respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Em caso de condenação, as penas podem passar de 30 anos de prisão. 

Em caso de condenação, a eventual prisão não deve ocorrer de forma automática, havendo ainda oportunidade para apelações das defesas. 

Mesmo que presos os réus não devem ficar em cadeias comuns. Oficiais do Exército têm direito à prisão especial, de acordo com o Código de Processo Penal (CPP). 

núcleo 1 tem cinco militares do Exército, um da Marinha e dois delegados da Polícia Federal, que também podem ser beneficiados pela prerrogativa. 

Os réus na ação penal do núcleo 1 da trama golpista são: 

 Alexandre Ramagem (delegado da PF e deputado federal), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);

 Almir Garnier (almirante), ex-comandante da Marinha;

 Anderson Torres (delegado da PF), ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;

 Augusto Heleno (general),  ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;

 Jair Bolsonaro (capitão);

 Paulo Sérgio Nogueira (general), ex-ministro da Defesa;

 Walter Braga Netto (general), ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022.

Mauro Cid (tenente-coronel), ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.  – fez delação em troca de não ser preso. 

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Após ordem de Moraes, deputado aliado de Bolsonaro deixa acampamento https://jornalamdigital.com/apos-ordem-de-moraes-deputado-aliado-de-bolsonaro-deixa-acampamento/ Mon, 28 Jul 2025 15:18:57 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3322 O deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) retirou, na madrugada no último sabado (26), a barraca montada em frente a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisão do ministro Alexandre de Moraes. Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Lopes montou acampamento no final da tarde de ontem e anunciou que ficaria acampado em greve de silêncio em […]

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O deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) retirou, na madrugada no último sabado (26), a barraca montada em frente a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), após decisão do ministro Alexandre de Moraes.

Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Lopes montou acampamento no final da tarde de ontem e anunciou que ficaria acampado em greve de silêncio em protesto contra as medidas do tribunal adotadas contra o ex-presidente e seus aliados.

A decisão de Moraes foi tomada após a Procuradoria-Geral da República apresentar uma representação pela decretação de medidas cautelares de remoção imediata e proibição de acesso e permanência de deputados federais acampados na praça dos Três Poderes, assim como de quaisquer outros indivíduos na frente do STF. 

Além de Lopes, a medida também foi aplicada aos deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Rodrigo da Zaeli (PL-MT).

O ministro vedou qualquer ocupação ou obstrução da Praça dos Três Poderes, e também determinou às autoridades locais do Distrito Federal a adoção das medidas preventivas e repressivas cabíveis, com a identificação e documentação de quaisquer práticas ilícitas, sob pena de responsabilização pessoal dos agentes públicos “com competência legal para agir em face dessas condutas”.

Moraes determinou ainda a prisão em flagrante com base na prática de resistência ou desobediência ao ato de autoridade pública para quem descumprir a decisão.

O ministro argumentou que o direito à reunião e de manifestação não podem ser exercidos, de “maneira abusiva e atentatória à proteção dos direitos e liberdades dos demais, às exigências da saúde ou moralidade, à ordem pública, à segurança nacional, à segurança pública, defesa da ordem e prevenção do crime, e ao bem-estar da sociedade”.

Moraes sustentou ainda que o “acampamento” foi montado com o propósito de repetir os “ilegais e golpistas” acampamentos realizados na frente dos quartéis do Exército, ao longo do ano de 2022 e no início de 2023. Ainda conforme o ministro, a atitude visava inviabilizar o funcionamento do STF e para subverter a ordem democrática.

“Não há outra interpretação a ser extraída da tentativa de repetição da ilegal ocupação de vias públicas a acampamentos golpistas realizados na frente do Exército brasileiro e das condutas golpistas lamentáveis praticadas na Praça dos Três Poderes no domingo, 8/1/2023”, escreveu.

A decisão diz que a medida visa apenas garantir o cumprimento dos limites legais ao exercício do direito de manifestação, “assegurando que a liberdade de expressão não seja utilizada como instrumento de interferência, violência ou prejuízo à ordem pública em consonância com o Estado de Direito e os princípios que orientam a jurisdição.”

Quartéis

Em uma decisão complementar, o ministro também proibiu a realização de qualquer acampamento em um raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios e, “obviamente, em frente aos quartéis das Forças Armadas.”

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Globo muda de lado e se aproxima de Bolsonaro: jogada de sobrevivência ou medo de revelações internacionais? https://jornalamdigital.com/globo-muda-de-lado-e-se-aproxima-de-bolsonaro-jogada-de-sobrevivencia-ou-medo-de-revelacoes-internacionais/ Fri, 25 Jul 2025 14:39:19 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3305 Durante anos, a TV Globo foi a principal voz da oposição contra Jair Bolsonaro na grande mídia. Denúncias, críticas diárias e campanhas veladas contra o ex-presidente dominaram os telejornais e programas da emissora. Mas, nos últimos meses, um novo comportamento tem chamado a atenção: a Globo mudou de lado. Da perseguição à aproximação: o silêncio […]

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Durante anos, a TV Globo foi a principal voz da oposição contra Jair Bolsonaro na grande mídia. Denúncias, críticas diárias e campanhas veladas contra o ex-presidente dominaram os telejornais e programas da emissora. Mas, nos últimos meses, um novo comportamento tem chamado a atenção: a Globo mudou de lado.

Da perseguição à aproximação: o silêncio que diz tudo

A emissora que antes acusava, criticava e atacava Bolsonaro em rede nacional agora adota uma postura mais branda para muitos, conivente. Temas polêmicos relacionados ao ex-presidente, que antes seriam manchetes com viés negativo, agora ganham um tom neutro ou são até mesmo ignorados.

Não é raro ver comentaristas da casa elogiando ações do governo passado ou abordando pautas conservadoras com um viés menos crítico. Entrevistas com parlamentares aliados de Bolsonaro passaram a ser tratadas com mais respeito, e até reportagens que antes seriam “explosivas” são publicadas com edições cautelosas.

Interesses além do jornalismo: o dinheiro que a Globo não quer que o mundo veja

Por trás dessa guinada editorial, há algo que poucos tocam no assunto: os interesses financeiros da Globo no exterior. Segundo informações de bastidores e fontes próximas ao meio político, empresas ligadas ao grupo estariam envolvidas em movimentações financeiras fora do Brasil, com recursos supostamente alocados em paraísos fiscais ou contas de holdings internacionais.

Essas estruturas, embora muitas vezes legais, podem esconder evasão fiscal, lavagem de dinheiro ou estratégias para fugir da tributação brasileira. E é aí que o nome Donald Trump entra em cena.

Trump pode ser o calcanhar de Aquiles da Globo

Aliado internacional de Jair Bolsonaro e cada vez mais presente nas articulações políticas da direita global, Trump já deu sinais claros de que não tolera conglomerados de mídia que atuam com hipocrisia ou que escondem interesses obscuros sob o manto do “jornalismo imparcial”.

Caso o ex-presidente norte-americano tome conhecimento do suposto esquema de dinheiro internacional ligado à Globo, a emissora poderá enfrentar uma tempestade internacional. A pressão sobre autoridades dos EUA para investigar possíveis irregularidades poderia se tornar realidade e esse parece ser o medo real por trás da mudança de postura da Globo.

A Globo está com medo. E Bolsonaro sabe disso.

O silêncio da emissora diante de certas pautas bolsonaristas não são coincidências. É uma estratégia. A Globo sabe que atacou demais, expôs demais e que Bolsonaro tem munição suficiente para revidar. Com acesso direto a informações privilegiadas e conexões internacionais, o ex-presidente tornou-se um risco real para os bastidores financeiros da empresa.

Não à toa, a velha rivalidade se transformou em cautela, e os ataques foram substituídos por uma aparente “trégua”.

Ex-presidente caminha para a prisão enquanto agride o Judiciário e se vitimiza em público

O cerco se fecha de forma cada vez mais implacável contra Jair Bolsonaro. Indiciado pela Polícia Federal por associação criminosa e falsificação de cartão de vacinação, o ex-presidente vive hoje a antítese do mito que criou: não é mais o “salvador da pátria”, mas sim um investigado à beira da cadeia. A Justiça brasileira avança, e as medidas restritivas começam a desenhar um cenário de derrota jurídica, moral e política para o líder da extrema-direita.

Prisão iminente: tornozeleira no horizonte

Após a conclusão do inquérito da PF que apontou participação ativa de Bolsonaro em um esquema fraudulento para burlar exigências sanitárias durante a pandemia, a expectativa é de que o próximo passo seja a aplicação de medidas cautelares mais duras. Já se fala, nos bastidores do Supremo, na possibilidade real de uma tornozeleira eletrônica e até mesmo prisão preventiva, caso o ex-presidente insista em descumprir ordens judiciais.

Não se trata apenas de um “vacilo” com documentos: estamos falando de fraude, má-fé, e desrespeito ao Estado Democrático de Direito. Bolsonaro agiu deliberadamente para enganar instituições nacionais e estrangeiras, colocando em risco a saúde pública e a credibilidade do país no cenário internacional. Se fosse um cidadão comum, já estaria atrás das grades.

Guerra aberta com Alexandre de Moraes: birra de um golpista acuado

O principal inimigo de Bolsonaro hoje não é a esquerda, a imprensa ou os “comunistas imaginários”: é a Justiça e, nela, o ministro Alexandre de Moraes se tornou o maior obstáculo à sua narrativa messiânica. Bolsonaro tem atacado Moraes sistematicamente, em falas públicas e privadas, como se estivesse acima da lei. Não está.

A birra constante do ex-presidente com o STF reflete o desespero de quem sabe que o tempo da impunidade está acabando. Moraes, por sua vez, mantém a serenidade institucional, mas não hesita em agir com firmeza contra ameaças golpistas, ataques às eleições e crimes comuns. A relação entre os dois virou um símbolo do confronto entre civilização e autoritarismo.

A farsa desmascarada: de “mito” a ficha suja

Bolsonaro, que um dia posou de paladino contra a corrupção, hoje coleciona investigações criminais e vê seu nome afundar em escândalos: das joias sauditas à fraude em cartões de vacinação, passando por planos golpistas e alianças espúrias com milicianos e empresários extremistas.

Sua imagem internacional também derrete. Líderes mundiais já tratam Bolsonaro como um pária político, e até aliados da velha guarda o abandonam em silêncio. A máscara caiu e o mito virou um personagem caricato, mais próximo de um réu do que de um estadista.

Conclusão: a justiça tarda, mas está chegando

A prisão de Jair Bolsonaro não é mais uma hipótese distante é uma possibilidade concreta. A democracia brasileira resiste, e as instituições mostram que não há mais espaço para aventuras autoritárias. Com a globo mudando de lado, temos que entender que ninguém tem amigo na política, todos estão ao lado do dinheiro. Sem delongas, o importante é lucrar.

No fim das contas, a lição é clara: ninguém está do seu lado por lealdade, e sim por conveniência. A política brasileira é um jogo de máscaras, onde cada um escolhe a fantasia mais lucrativa para o momento.

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