Economia Archives - Jornal AM Digital https://jornalamdigital.com/category/economia/ Seu Jornal Digital! Tue, 12 May 2026 19:42:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://i0.wp.com/jornalamdigital.com/wp-content/uploads/2025/01/cropped-Icone-Jornal-AM-DIGITAL.png?fit=32%2C32&ssl=1 Economia Archives - Jornal AM Digital https://jornalamdigital.com/category/economia/ 32 32 240476381 Fevest Inspire 2026 reforça posicionamento B2B com ampliação do Programa SindExporta https://jornalamdigital.com/fevest-inspire-2026-reforca-posicionamento-b2b-com-ampliacao-do-programa-sindexporta/ Tue, 12 May 2026 19:42:25 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=4185 Com mais de 30 anos de tradição, a Fevest Inspire 2026 – Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria‑prima reforça seu posicionamento como um dos principais eventos B2B da indústria da moda íntima no Brasil e na América Latina. Seguindo esse objetivo, a feira – que acontece entre os dias 9 e 11 de […]

The post Fevest Inspire 2026 reforça posicionamento B2B com ampliação do Programa SindExporta appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
Com mais de 30 anos de tradição, a Fevest Inspire 2026 – Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria‑prima reforça seu posicionamento como um dos principais eventos B2B da indústria da moda íntima no Brasil e na América Latina. Seguindo esse objetivo, a feira – que acontece entre os dias 9 e 11 de junho – está ampliando o Programa SindExporta. A iniciativa estratégica foi criada há dois anos com o objetivo de preparar empresas da região para atuarem competitivamente no mercado internacional. Este ano, ela avança para sua terceira etapa, abrindo a participação para mais empresas e fortalecendo o processo de internacionalização do polo produtivo de moda íntima, praia e fitness da região.

Desenvolvido em parceria com entidades como Abit, ApexBrasil, Firjan e Sebrae, o SindExporta já orientou mais de 40 empresas locais por meio de uma trilha estruturada de capacitações, consultorias especializadas e assessorias voltadas à exportação. Como resultado, as empresas participantes chegam à feira mais preparadas para atender às exigências técnicas, comerciais e logísticas do mercado global, culminando em rodadas de negócios exclusivas com compradores estrangeiros durante a Fevest.

Os números comprovam a efetividade da iniciativa. Somente nas rodadas de negócios realizadas durante a Fevest 2025, o SindExporta viabilizou relações comerciais com compradores da Argentina, Colômbia, Peru, Equador e Estados Unidos, movimentando mais de US$ 500 mil em negociações ao longo dos três dias de evento. O resultado representa um crescimento expressivo em relação à edição anterior, que registrou US$ 32 mil em contratos imediatos, com projeção de até US$ 332 mil em 12 meses.

Com uma proposta cada vez mais estratégica, profissionalizada e orientada a resultados, a Fevest Inspire 2026 reunirá 140 expositores, conectando fabricantes a compradores nacionais e estrangeiros interessados em negócios, tendências e oportunidades do setor, no Nova Friburgo Country Club, em Nova Friburgo (RJ). A feira já se consolida como uma plataforma essencial para o fortalecimento da indústria brasileira, promovendo inovação, geração de negócios, acesso a novos mercados e oportunidades concretas de crescimento sustentável.

A Fevest Inspire 2026 – Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima – é uma realização do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região (Sindvest), com patrocínio ouro da ApexBrasil, patrocínio da Firjan SENAI SESI, parceiro institucional SENAC, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, Apoio da Águas de Nova Friburgo, da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), da Frionline e da Vinilsul.

Serviço:

Fevest Inspire 2026 – Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima

Data: 9 a 11 de junho de 2026 (terça-feira a quinta-feira)

Horário: das 13h às 20h

Entrada: gratuita, mediante credenciamento pelo site

Local: Nova Friburgo Country Club – Av. Conselheiro Julius Arp, 140 – Centro – Nova Friburgo (RJ)

Site: http://www.fevest.com/

The post Fevest Inspire 2026 reforça posicionamento B2B com ampliação do Programa SindExporta appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
4185
O Novo Salário de R$ 1.621 começou a vigorar desde o dia 1º de janeiro https://jornalamdigital.com/o-novo-salario-de-r-1-621-comecou-a-vigorar-desde-o-dia-1o-de-janeiro/ Fri, 02 Jan 2026 20:44:21 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=4035 O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou o ajuste do salário mínimo de R$ 1.518 para 1.621, que entrou em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2026, representando um reajuste de 6.79% em relação ao piso anterior, isso corresponde a R$ 103 no valor mensal recebido pelos trabalhadores. O reajuste foi definido após […]

The post O Novo Salário de R$ 1.621 começou a vigorar desde o dia 1º de janeiro appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou o ajuste do salário mínimo de R$ 1.518 para 1.621, que entrou em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2026, representando um reajuste de 6.79% em relação ao piso anterior, isso corresponde a R$ 103 no valor mensal recebido pelos trabalhadores.

O reajuste foi definido após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador utilizado para a correção anual do salário mínimo. O índice acumulou alta de 4,18% nos 12 meses encerrados em novembro de 2025. Esse percentual compõe a base inflacionária prevista na regra de atualização do piso salarial.

Além da inflação, o cálculo considera o desempenho da economia. Dados revisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram crescimento de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. No entanto, o arcabouço fiscal em vigor estabelece limites para o ganho real acima da inflação, que pode variar entre 0,6% e 2,5%, a fim de controlar a expansão dos gastos públicos.

Conforme a aplicação dessas regras, o valor técnico do salário mínimo chegou a R$ 1.620,99, sendo arredondado para R$ 1.621, conforme determina a legislação.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), afirmou que o novo salário mínimo deverá injetar cerca de R$ 81,7 bilhões na economia ao longo do ano. O impacto considera efeitos diretos sobre a renda dos trabalhadores, o consumo e a arrecadação, mesmo em um cenário de maior controle fiscal.

The post O Novo Salário de R$ 1.621 começou a vigorar desde o dia 1º de janeiro appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
4035
Produção de motocicletas até novembro já supera o total de 2024 https://jornalamdigital.com/producao-de-motocicletas-ate-novembro-ja-supera-o-total-de-2024/ Thu, 11 Dec 2025 13:50:10 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3986 Fabricantes produziram 1,8 milhão de unidades, alta de 13,9% em relação ao período homólogo A um mês do encerramento do ano, a indústria de motocicletas já superou toda a produção registrada em 2024. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) mostram que, entre janeiro e novembro, 1.850.829 unidades […]

The post Produção de motocicletas até novembro já supera o total de 2024 appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
Fabricantes produziram 1,8 milhão de unidades, alta de 13,9% em relação ao período homólogo

A um mês do encerramento do ano, a indústria de motocicletas já superou toda a produção registrada em 2024. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) mostram que, entre janeiro e novembro, 1.850.829 unidades foram produzidas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O volume é 13,9% maior que o contabilizado no mesmo período do ano passado, reforçando o bom desempenho do setor ao longo de 2025.

Em novembro, foram produzidas 165.690 motocicletas, alta de 13,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a outubro houve retração de 12,3%, influenciada pelo menor número de dias úteis no mês. Foram 19 em novembro, contra 23 dias úteis em outubro.

Na avaliação do presidente da Abraciclo, Marcos Bento, os resultados confirmam o bom momento do setor de duas rodas. “As associadas adotaram estratégias para acompanhar o crescimento da demanda e ajustar a produção ao longo do ano. Chegaremos ao fim de 2025 com boas expectativas em relação à produção de 1.950.000 unidades”, afirma.
 
 

Produção por categoria

 A Street liderou o ranking de produção por categoria no acumulado do ano, com 935.820 motocicletas e 50,6% do total fabricado. Em segundo lugar, ficou a Trail (21%), seguida pela Motoneta (13,5%).

No levantamento mensal de produção, a liderança é dos modelos de baixa cilindrada, com 127.339 unidades e 76,9% do volume total fabricado. Na sequência ficaram as de média cilindrada (20,3%) e as de alta cilindrada (2,8%).

Vale destacar que, em termos porcentuais, a produção de modelos de média cilindrada avançou 25,3%. “Esse crescimento reflete a mudança no perfil do consumidor, que passa a buscar motocicletas com mais tecnologia agregada, desempenho e conforto”, explica Bento. 

 Varejo

 As vendas de motocicletas bateram recorde. De janeiro a novembro, foram emplacadas 2.004.626 unidades, crescimento de 16,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Assim como a produção, o desempenho do varejo está muito próximo da projeção da Abraciclo, que estima encerrar o ano com 2.100.000 unidades comercializadas.

Em novembro, os licenciamentos somaram 180.645 motocicletas, alta de 22,8% na comparação anual. Frente a outubro, houve queda de 13,9%, reflexo do menor número de dias úteis no mês – fator que também afetou a produção. A média diária de vendas foi de 9.508 unidades.
 

 
Exportações

 No acumulado do ano, as fabricantes do Polo Industrial de Manaus (PIM) exportaram 39.622 motocicletas, alta de 39,2% em relação ao mesmo período de 2024.

Em novembro, foram exportadas 4.564 motocicletas, aumento de 178,3% na comparação anual e queda de 18% em relação a outubro.

The post Produção de motocicletas até novembro já supera o total de 2024 appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3986
Produção industrial recua 0,2% em julho e acumula efeitos do juro alto https://jornalamdigital.com/producao-industrial-recua-02-em-julho-e-acumula-efeitos-do-juro-alto/ Wed, 03 Sep 2025 15:01:03 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3607 Setor chega a quatro meses sem crescimento A produção da indústria no país recuou 0,2% na passagem de junho para julho. Com esse resultado, o setor chega a quatro meses seguidos sem crescimento, o que é explicado pelo ambiente de juro alto. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (3) pela Pesquisa Industrial Mensal, do Instituto Brasileiro de […]

The post Produção industrial recua 0,2% em julho e acumula efeitos do juro alto appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
Setor chega a quatro meses sem crescimento

A produção da indústria no país recuou 0,2% na passagem de junho para julho. Com esse resultado, o setor chega a quatro meses seguidos sem crescimento, o que é explicado pelo ambiente de juro alto.

O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (3) pela Pesquisa Industrial Mensal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De abril a julho, a indústria acumula perda de 1,5%, sendo quedas em abril (-0,7%) e maio (-0,6%) e estabilidade em junho (0%). A última vez que o parque industrial brasileiro somou quatro meses sem expansão foi entre novembro de 2022 e fevereiro de 2023.

Em relação a julho de 2024, a produção da indústria nacional mostra avanço de 0,2%. Nos últimos 12 meses, o setor apresenta expansão de 1,9%.

O resultado de julho deixa o setor 1,7% acima do patamar pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 15,3% abaixo do nível recorde já alcançado, de maio de 2011.

Em relação ao patamar final de 2024, o setor teve expansão de 0,3%.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Efeito do juro alto

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, o cenário predominante negativo desde abril é explicado pela política monetária restritiva, ou seja, os juros altos, ferramenta do Banco Central (BC) para tentar conter a inflação.

“Em termos conjunturais, destacam-se os efeitos de uma política monetária mais restritiva – que encarece o crédito, eleva a inadimplência e afeta negativamente as decisões de consumo e investimentos. Esses fatores contribuíram para limitar o ritmo de crescimento da produção industrial no período, refletindo-se em resultados mais moderados frente aos meses anteriores”, analisa Macedo.

Atualmente, a taxa básica de juros, a Selic, está em 15% ao ano, o patamar mais alto desde julho de 2006. Os juros altos têm o efeito de desestimular o consumo e o investimento para esfriar a economia e diminuir a procura por bens e serviços, consequentemente, tirando força da inflação.

Em julho, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mostrou acúmulo de 5,23% em 12 meses, fora da meta do governo ─ 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, indo até 4,5%.

A taxa está acima do teto desde setembro de 2024 (4,42%). Em abril, chegou a 5,53%, o ponto mais alto desde então. 

Setores

Na passagem de junho para julho, o IBGE identificou queda em 13 das 25 atividades industriais. Os destaques negativos foram:

– metalurgia (- 2,3%)

– outros equipamentos de transporte (-5,3%)

– impressão e reprodução de gravações (-11,3%)

– bebidas (-2,2%)

– manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-3,7%)

– equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2%)

– produtos diversos (-3,5%)

– produtos de borracha e de material plástico (-1%)

Entre as atividades com alta na produção, os principais impactos positivos vieram de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (7,9%), alimentícios (1,1%), indústrias extrativas (0,8%) e produtos químicos (1,8%).

Em relação às grandes categorias, bens de consumo duráveis (-0,5%) e bens de capital (-0,2%) registraram altas na passagem de junho para julho. Bens de capital são máquinas e equipamentos.

Por outro lado, bens intermediários, ou seja, que serão transformados em outros produtos, cresceram 0,5% e bens de consumo semi e não duráveis aumentaram 0,1%.

Tarifaço

De acordo com André Macedo, o resultado de julho teve reflexos também do tarifaço americano, que só começou na primeira semana de agosto. Isso se explica pelo fato de que a ameaça de taxação das exportações brasileiras para os Estados Unidos mexeu com expectativas e decisões futuras de empresários, principalmente os que têm atividades voltadas para o mercado externo.

Macedo ressalta que a predominância negativa desde abril é fundamentada pela política de juros.

“Dentro do resultado geral, [o tarifaço] não tem muita importância no momento”, disse.

The post Produção industrial recua 0,2% em julho e acumula efeitos do juro alto appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3607
Em 12 meses, economia brasileira acumula 6º maior crescimento do G20 https://jornalamdigital.com/em-12-meses-economia-brasileira-acumula-6o-maior-crescimento-do-g20/ Tue, 02 Sep 2025 19:04:59 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3604 PIB do Brasil teve 3,2% de alta, apesar de desaceleração O desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, divulgado nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coloca o país na sexta posição entre os membros do G20 que já divulgaram o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) para o mesmo período. O […]

The post Em 12 meses, economia brasileira acumula 6º maior crescimento do G20 appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
PIB do Brasil teve 3,2% de alta, apesar de desaceleração

O desempenho da economia brasileira no segundo trimestre, divulgado nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coloca o país na sexta posição entre os membros do G20 que já divulgaram o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) para o mesmo período.

O PIB ─ conjunto de bens e serviços produzidos no país ─ do Brasil acumula alta de 3,2% nos últimos 12 meses. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento é de 2,2%. Já na passagem do primeiro trimestre de 2025 para o seguinte, a expansão foi de 0,4%, o que representa uma desaceleração.

Uma análise da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda classifica 16 países do G20 que já divulgaram o resultado do PIB do trimestre encerrado em junho. Tanto em relação ao acumulado de 12 meses quanto na comparação com o segundo trimestre de 2024, Brasil figura na sexta colocação.

O G20 é composto por 19 países, além da União Africana e da União Europeia: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia.

Os integrantes do grupo representam cerca de 85% da economia mundial, mais de 75% do comércio global e cerca de dois terços da população do planeta.

Veja o ranking de variação do PIB nos últimos 12 meses:

  1. Índia: 6,8%
  2. China: 5,2%
  3. Indonésia: 5%
  4. Arábia Saudita: 3,7%
  5. Turquia: 3,3%
  6. Brasil: 3,2%
  7. Rússia: 2,6%
  8. Estados Unidos: 2,3%
  9. União Europeia: 1,5%
  10. Reino Unido: 1,3%
  11. Japão: 1,3%
  12. França: 0,8%
  13. Coreia do Sul: 0,7%
  14. México: 0,7%
  15. Itália: 0,6%
  16. Alemanha: -0,1%

Já em relação ao desempenho na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2025, o Brasil é o nono colocado: 

  1. Indonésia: 4,0%
  2. EUA: 3,3%
  3. Arábia Saudita: 2,1%
  4. Índia: 1,7%
  5. Turquia: 1,6%
  6. China: 1,1%
  7. México: 0,6%
  8. Coreia do Sul: 0,6%
  9. Brasil: 0,4%
  10. Japão: 0,3%
  11. França: 0,3%
  12. Reino Unido: 0,3%
  13. União Euroeia: 0,2%
  14. Itália: -0,1%
  15. Alemanha: -0,3%
  16. Canadá: -0,4%

Desaceleração

O resultado de 0,4% entre trimestres imediatamente seguidos significa desaceleração, uma vez que, no primeiro trimestre, o avanço havia sido de 1,3% ante o quarto trimestre de 2024.

A coordenadora da Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, atribuiu a desaceleração à política monetária restritiva, ou seja, juros altos, ferramenta do Banco Central (BC) para conter a inflação.

Os juros altos têm o efeito de desestimular o consumo e o investimento, esfriando a economia e diminuindo a demanda por bens e serviços, consequentemente, tirando força da inflação.

Próximo trimestre

Para o terceiro trimestre, a SPE projeta ritmo de crescimento do PIB “pouco inferior” ao observado para o segundo trimestre.

“Embora a desaceleração nas concessões de crédito venha se acentuando nos últimos meses, junto com o aumento nas taxas de juros bancárias e na inadimplência, o mercado de trabalho segue resiliente, podendo impulsionar a atividade junto ao pagamento dos precatórios [dívidas judiciais do governo] e à recente expansão do crédito consignado ao trabalhador”, escreve a análise.

Com o resultado dessa terça-feira, a SPE afirma que a projeção inicial de crescimento de 2,5% para 2025 tem “leve viés de baixa devido à desaceleração mais acentuada do crescimento no segundo trimestre comparativamente ao esperado em julho e ainda em repercussão aos efeitos defasados e cumulativos da política monetária na atividade econômica”.

The post Em 12 meses, economia brasileira acumula 6º maior crescimento do G20 appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3604
Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,86% https://jornalamdigital.com/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-486/ Mon, 25 Aug 2025 17:03:22 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3559 Estimativa para o PIB é 2,18% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,95% para 4,86% este ano. É a décima terceira redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (25), em Brasília. […]

The post Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,86% appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
Estimativa para o PIB é 2,18% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,95% para 4,86% este ano. É a décima terceira redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (25), em Brasília.

A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,4% para 4,33%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,97% e 3,8%, respectivamente.

Acima do teto

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros  – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, no mês passado, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,21% para 2,18% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,86%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,87% e 2%, respectivamente.

Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 1,4%.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,59 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,64.

The post Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,86% appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3559
Exportações, emprego e investimentos tendem a recuar devido a tarifaço https://jornalamdigital.com/exportacoes-emprego-e-investimentos-tendem-a-recuar-devido-a-tarifaco/ Wed, 20 Aug 2025 16:03:52 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3534 É o que indica a Sondagem Industrial da CNI O tarifaço norte-americano contra produtos brasileiros pode fazer com que, pela primeira vez em 21 meses, as exportações do Brasil apresentem queda. O mesmo deverá ocorrer com investimentos e com os índices de emprego na indústria nacional. A projeção consta da Sondagem Industrial, divulgada nesta quarta-feira […]

The post Exportações, emprego e investimentos tendem a recuar devido a tarifaço appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
É o que indica a Sondagem Industrial da CNI

O tarifaço norte-americano contra produtos brasileiros pode fazer com que, pela primeira vez em 21 meses, as exportações do Brasil apresentem queda. O mesmo deverá ocorrer com investimentos e com os índices de emprego na indústria nacional.

A projeção consta da Sondagem Industrial, divulgada nesta quarta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, o índice que mede a expectativa de exportações da indústria para os próximos seis meses recuou 5,1 pontos em agosto, caindo para 46,6 pontos.

Quando abaixo de 50 pontos, o indicador sinaliza que os empresários esperam queda na quantidade exportada pelo setor.

“A piora das expectativas de exportações da indústria está muito relacionada a incertezas do cenário externo, principalmente em função da nova política comercial americana”, resume a analista da CNI, Isabella Bianchi.

Emprego em queda e produção alta

Segundo a CNI, os reflexos das medidas anunciadas pelos Estados Unidos colaboraram para o recuo do número de empregados industriais, observado em julho de 2025, apesar de o contexto ser de aumento de produção no setor.

“Após recuar dois pontos em agosto, o índice de expectativa de número de empregados caiu para 49,3 pontos. Isso significa que os empresários acreditam que a quantidade de postos de trabalho no setor não vai mais subir nos próximos seis meses”, informou a CNI referindo-se à queda na quantidade de trabalhadores entre junho e julho.

O índice de evolução da produção ficou em 52,6 pontos em julho. Acima dos 50 pontos, este índice representa aumento da produção industrial em comparação a junho.

“Os índices de expectativa de demanda e de compra de insumos e matérias primas caíram em agosto. O primeiro encolheu 2,3 pontos indo para 53,1 pontos; o segundo, recuou 1,6 ponto, para 52,1 pontos”, anunciou a CNI.

“No entanto, como continuam acima da linha de 50 pontos, indicam perspectiva de crescimento para os próximos meses, ainda que em menor grau do que em julho”, complementou.

Investimento e UCI

Os empresários também estão menos propensos a investir. O índice de intenção de investimento recuou 1,6 ponto e foi para 54,6 pontos. Trata-se do menor valor para o indicador desde outubro de 2023. Ainda assim, o índice está 2,1 pontos acima da média histórica de 52,5 pontos.

O levantamento mostra estabilidade, em 71%, da Utilização da Capacidade Instalada (UCI) permaneceu em 71%.

Este percentual, explica a CNI, é o mesmo observado em julho de 2024, e está dois pontos percentuais acima do anotado em julho de 2023, quando marcou 69%.

Estoques estáveis

Foi também observada estabilidade – em 50,1 pontos – no índice que mede a evolução do nível de estoques.

Quanto ao índice de estoque efetivo em relação ao planejado, foram observados 49,9 pontos, “revelando que os estoques estão ajustados ao planejado pelos empresários industriais”.

A Sondagem Industrial consultou 1.500 empresas. Destas, 601 foram de pequeno porte; 518 de médio porte; e 381 de grande porte A pesquisa foi realizada entre 1º e 12 de agosto de 2025.

The post Exportações, emprego e investimentos tendem a recuar devido a tarifaço appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3534
Especialistas debaterão papel da matemática na economia digital https://jornalamdigital.com/especialistas-debaterao-papel-da-matematica-na-economia-digital/ Tue, 19 Aug 2025 19:07:34 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3525 Evento em SP terá educadores e formuladores de políticas públicas Iniciativa na Bolsa de Valores (B3) reunirá, em São Paulo, especialistas para debater a democratização do ensino da Matemática no país no contexto de um mundo cada vez mais tecnológico. O painel “Como a Matemática vai incluir o Brasil na economia digital” está marcado para […]

The post Especialistas debaterão papel da matemática na economia digital appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
Evento em SP terá educadores e formuladores de políticas públicas

Iniciativa na Bolsa de Valores (B3) reunirá, em São Paulo, especialistas para debater a democratização do ensino da Matemática no país no contexto de um mundo cada vez mais tecnológico.

O painel “Como a Matemática vai incluir o Brasil na economia digital” está marcado para a manhã desta quarta-feira (20), das 8h30 às 13h, no auditório da B3, na capital paulista.

Organizado pelo Instituto Sidarta, responsável pelo programa Mentalidades Matemáticas, em parceria com B3 Social, Fundação Itaú e Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional), o evento é voltado para educadores, formuladores de políticas públicas e líderes do setor produtivo.

“Especialistas apontam a inteligência artificial como a maior revolução dos próximos séculos. Se isso é um exagero, só o tempo dirá. Mas uma coisa é certa: ela já está transformando nossas vidas. Retomar o pensamento matemático e compreender os algoritmos é essencial para que possamos ocupar, de forma consciente e protagonista, o lugar que nos cabe no desenho desse novo futuro”, disse, em nota divulgada pela B3, a presidente do Instituto Sidarta, Ya Jen Chang.

Os debates do painel vão reunir convidados como Jo Boaler, professora da Universidade de Stanford e idealizadora da abordagem Mentalidades Matemáticas (MM); Marcelo Viana, diretor-geral do Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada); e Alexsandro Santos, diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do Ministério da Educação (MEC).

Matemática atual

A primeira mesa Qual Matemática estamos falando, terá Jo Boaler e Viana para debater por que é preciso ensinar nas escolas uma matemática atual e conectada com as transformações tecnológicas. Boaler defende ainda a urgência do letramento em dados, fundamental em tempos de fake news e de um volume gigante de informações e conteúdos. 

“Vivemos em uma era tecnológica em que a Matemática e a alfabetização de dados são mais essenciais do que nunca. No entanto, preparar os estudantes apenas para executar cálculos – tarefas que os computadores fazem com rapidez – é limitar seu potencial. O que realmente precisamos é incentivá-los a fazer perguntas críticas, explorar diferentes ideias e desenvolver um pensamento adaptável e criativo”, disse, em nota, Boaler.

Quando aprendem a aplicar essa flexibilidade mental aos desafios, os alunos se tornam verdadeiramente capacitados para compreender e transformar o mundo por meio da matemática”, acrescentou.

Participam também do evento Patrícia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social; Luiz Miguel Martins Garcia, presidente da Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação); e Thiago Nascimento, diretor-executivo do Instituto Decodifica.

Após os debates, será exibido o documentário Counted Out (Excluídos pela Matemática – em tradução livre), dirigido por Vicki Abeles. A obra provoca reflexões sobre a importância da matemática na sociedade e os desafios enfrentados na educação da disciplina.

The post Especialistas debaterão papel da matemática na economia digital appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3525
Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,95% https://jornalamdigital.com/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-495/ Tue, 19 Aug 2025 13:23:45 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3519 Estimativa para o PIB é 2,21% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, passou de 5,05% para 4,95% este ano. É a décima segunda redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (18). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo […]

The post Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,95% appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
Estimativa para o PIB é 2,21% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, passou de 5,05% para 4,95% este ano. É a décima segunda redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (18). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,41% para 4,4%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial  divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda no preço dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, no mês passado, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nos 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. 

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,21% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,87%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,87% e 2%, respectivamente.

Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.

The post Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,95% appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3519
Preço do café cai pela primeira vez depois de 18 meses, diz IBGE https://jornalamdigital.com/preco-do-cafe-cai-pela-primeira-vez-depois-de-18-meses-diz-ibge/ Tue, 12 Aug 2025 17:53:22 +0000 https://jornalamdigital.com/?p=3478 No entanto, produto é o segundo maior peso da inflação em 12 meses Ao divulgar a inflação oficial de julho nesta terça-feira (12), que marcou 0,26%, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma percepção que não era registrada no país há mais de um ano: depois de 18 meses, o preço do café […]

The post Preço do café cai pela primeira vez depois de 18 meses, diz IBGE appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
No entanto, produto é o segundo maior peso da inflação em 12 meses

Ao divulgar a inflação oficial de julho nesta terça-feira (12), que marcou 0,26%o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma percepção que não era registrada no país há mais de um ano: depois de 18 meses, o preço do café moído caiu.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mostrou que o café recuou 1,01%. Nos 18 meses anteriores, a alta do produto chegou a 99,46%, ou seja, praticamente dobrou de preço.

Com o recuo de julho, o café soma alta de 41,46% no ano e de 70,51% em 12 meses. A inflação anual do café moído faz do item o segundo com maior influência de alta no IPCA do mesmo período (5,23%), respondendo por 0,30 ponto percentual (p.p.). Fica atrás apenas das carnes, que representam 0,54 p.p. (alta de 23,34%).

Queda de preço

Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gonçalves, a queda de preço no mês passado é resultado da safra e não pode ser atribuída ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

“São números de julho”, diz Gonçalves, destacando que a cobrança de 50% sobre produtos brasileiros que entram nos Estados Unidos, entre eles o café, só começou no último dia 6

“[Em julho], já estava começando a colheita, uma oferta maior no campo. Pode ser efeito dessa maior oferta”, sugere o analista.

Com a colheita, mais café fica à disposição para ser ofertado, fazendo com que a pressão provocada pela demanda dos consumidores caia e, consequentemente, os preços recuam.

Esse efeito, aliás, é um reflexo esperado também a partir do tarifaço, caso os produtores de café não consigam encontrar outros países que comprem o produto brasileiro, uma vez que as tarifas vão encarecer o café e fazer compradores americanos pensarem duas vezes antes de adquirir o item.

“Tendo uma oferta maior do produto, a tendência é redução de preços”, opina Gonçalves.

Clima e China

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic)a alta do café nos 18 meses anteriores a julho era explicada por fatores como eventos climáticos, que prejudicaram a safra do grão, e por maior demanda mundial, impulsionada pelos chineses, que aumentaram o consumo da bebida.

The post Preço do café cai pela primeira vez depois de 18 meses, diz IBGE appeared first on Jornal AM Digital.

]]>
3478